Sexta-feira, 12 de março de 2021
Ouvir matéria
Mesmo sem a presença do presidente da concessionária de rodovias Viapar, que administra o pedágio localizado entre Mandaguari e Marialva, os prefeitos das duas cidades, deputados, vereadores e representantes da sociedade civil organizada, se reuniram na tarde desta sexta-feira, 12, no Módulo Cultural, para discutir a liminar obtida pela empresa para o fechamento da Estrada Terra Roxa, rota alternativa para moradores dos dois municípios serem isentos do pagamento do pedágio.
Estiveram presentes a prefeita de Mandaguari, Enfª Ivonéia Furtado e o vice, Jorge do Alambique, o prefeito de Marialva, Victor Martini e os deputados estaduais Tercílio Turini, Arilson Chiorato, Evandro Araújo e Do Carmo e um representante do deputado Tiago Amaral. Estiveram presentes o presidente da Agência Regional de Desenvolvimento (ARD), Orivaldo Siquinelli e os vereadores Luiz Carlos Garcia, Claudete Pereira Velasco, Márcio Cledson, Eron Barbiero, Sidney Silva (Chiquinho), Sebastião Alexandre da Silva e Daniel Martins (Gambá). O presidente da Viapar, Guilherme Nogueira de Castro não compareceu, tendo feito o comunicado da ausência momentos antes do encontro.
“A presença do prefeito Victor Martini, dos vereadores, das lideranças locais e dos deputados demonstra que estamos unidos e comprometidos a somar forças pelo não fechamento da estrada Terra Roxa, que já existe há cerca de 80 anos”, frisou a prefeita Ivonéia.
NÃO FECHA
O dirigente da concessionária alegou que tinha outros compromissos além do fato, segundo ele, de uma das diretoras da empresa estava com suspeita de Covid. Entretanto, Castro teria se comprometido a não bloquear os acessos à Estrada Terra Roxa, pelo menos enquanto não ocorrer uma reunião para discutir o assunto.
JUSTIÇA
Por outro lado, a Procuradora Jurídica do município de Mandaguari, Eliete Ferreira, informou que a liminar havia sido concedida á empresa no dia 4 de março (quinta-feira). Na domingo a Procuradoria entrou com recurso, mas esta semana liminar foi mantida pela Justiça Federal.
De acordo com a procuradora, falando juridicamente, a partir de agora são três opções recursais. Diretamente na instância do Tribunal regional Federal 4ª Região (TRF-4) em Porto Alegre por meio de agravo regimental ou no Tribunal de Justiça do Estado (TJPR) por meio de reclamação e a última no Superior Tribunal de Justiça (STJ) suscitando conflito de competência para julgar caso. Os dois primeiros já foram interpostos na tarde desta sexta-feira e o último será interposto nas próximas horas.
Vigilância Sanitária intensifica fiscalização em estabelecimentos de estética em Mandaguari
Prefeitura de Mandaguari convoca aprovados em Processo Seletivo Simplificado de Estágio
Prefeitura de Mandaguari disponibiliza guias de pagamento do IPTU 2026
Horário de atendimento: 7h30 às 11h30 e 13h às 17h